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por Suelen Castilho. Tecnologia do Blogger.

Não se vê, não se vá.

Num voo rasante a águia cortou o céu azul. Procurando novos rumos, ela saiu livre. Atravessou a nuvem que descansava na imensidão da cor do mar e ecoou seu canto. Tão alto que era possível ouvir em qualquer parte da cidade. Um canto que misturava melodias. Era poesia. Desbravou o horizonte que antes parecia não existir e se libertou de todas as suas angústias.

E...

Dos amores lunáticos
Ela só queria um que
pudesse sentir os pés no chão.